Inea promove I Oficina de Capacitação sobre a Gestão da Restauração Florestal


A primeira Oficina de Capacitação sobre a Gestão da Restauração Florestal reuniu 40 técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), na sub sede do Parque Estadual Três Picos, em Guapimirim, para debater o inovador protocolo de instrução para análise de projetos de recuperação de áreas verdes. Durante o encontro, realizado nos dias 15 e 16 de junho, foram incorporadas valiosas sugestões feitas pelos servidores.

O evento, desenvolvido pela Gerência do Serviço Florestal (GESEF) do Inea teve como objetivo capacitar e promover o protocolo de monitoramento para avaliação da restauração florestal no Estado do Rio de Janeiro, uma importante ferramenta para a gestão ambiental. A iniciativa é fruto de convênio firmado entre o Inea, Ecoatlântica e Petrobras.

Os técnicos foram capacitados em um ambiente de imersão, onde foram abordados temas como o panorama atual da restauração no território fluminense e seus desafios nas questões referentes a metodologias, protocolo de monitoramento, instrumentos normativos e gestão aplicada. As atividades foram desenvolvidas no campo teórico e prático, propiciando produtivos debates que resultaram em avanços significativos para a elaboração do protocolo, em fase de conclusão.

A participação proativa do corpo técnico do Inea, com o aproveitamento das ferramentas apresentadas, foi um dos pontos altos do evento. O coordenador do convênio pela Sociedade Ecoatlântica, Ciro Moura, destacou que o encontro foi bastante proveitoso para os servidores do Inea compreenderem que o protocolo de monitoramento consiste em uma ferramenta de apoio fundamental à tomada de decisão na análise e acompanhamento dos projetos de restauração.

Para a engenheira florestal da Coordenadoria de Mecanismos de Proteção à Biodiversidade (COMBIO), Julia Bochner, a regulamentação do protocolo, assim como as outras ferramentas de gestão apresentadas já estão elaboradas e seguirão para o analise jurídica para posterior submissão ao Conselho Diretor. “Espera-se que a partir daí haja a institucionalização do modelo e melhorias para a gestão da restauração florestal no Estado do Rio de Janeiro”, concluiu Julia Bochner.

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